Carros conectados podem evitar risco para mulheres vítimas de violência! Nesta semana, a presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA, Jessica Rosenworcel, revelou iniciativas para dificultar o rastreamento de veículos ligados à internet de sobreviventes de agressões domésticas por parte de seus abusadores. A proposta vem após alguns casos já terem sido registrados.
Os episódios citados incluíram homens que seguiram suas vítimas através do sistema de rastreamento de carros da Tesla e da Mercedes-Benz. Dessa forma, a ideia é ampliar a Lei de Conexões Seguras, sancionada no final de 2022, que exige que provedores de serviços móveis permitam a mulheres que sofreram violência doméstica separarem suas linhas telefônicas e conexões das de seus abusadores.
“Um carro é uma tábua de salvação crítica que pode dar aos sobreviventes uma forma de escapar aos seus agressores, ganhar independência e procurar apoio. Os sobreviventes de violência doméstica não deveriam ter que escolher entre desistir do seu veículo e sentir-se seguros“, explicou Jessica Rosenworcel, presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA, em entrevista à Reuters.
From @NBCNewsNow: FCC Chairwoman Jessica Rosenworcel wants to stop abusers from using connectivity tools in vehicles by allowing survivors to disconnect.https://t.co/LWBJOHyUSo
— Jonathan Uriarte (@JonathanUriarte) February 29, 2024
ALÉM DOS CARROS CONECTADOS!
Ao longo desta semana, um apagão de celulares chamou atenção nos Estados Unidos. Sem saber o motivo para o problema, os usuários relataram a dificuldade de acessar os aparelhos nas redes sociais. Assim, quem estava com as operadoras AT&T, Verizon e T-Mobile relataram as diversas quedas da rede em muitos momentos. Mas tudo tem uma explicação… Ou não!
No mesmo horário em que o apagão de celulares aconteceu, duas explosões solares atingiram o planeta. Dessa forma, muitos usuários relacionaram os eventos. Mas nem tudo é como parece ser. De acordo com o cientista Ryan French, do Observatório Solar Nacional dos EUA, ejeções vindas do sol só causam degradação nas ondas de rádio onde há dia, o que não era o caso dos Estados Unidos.
