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Perdidos no Espaço: Mais um problema pra Boeing

Imagem do avião Boeing 737-800 similar ao que caiu na China (Reprodução/Boeing)
Imagem do avião Boeing 737-800 similar ao que caiu na China (Reprodução/Boeing)

Os astronautas norte-americanos Butch Wilmore e Suni Williams, atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI), enfrentam incertezas quanto ao retorno à Terra devido a problemas nos propulsores da cápsula Starliner, da Boeing.

Este contratempo, que coloca em risco a segurança dos tripulantes durante o retorno, impede o voo de volta.A missão é o primeiro voo tripulado da Boeing, uma empresa que busca ser uma alternativa à SpaceX no transporte de equipes da NASA.

Apesar de já terem sido canceladas três datas de pouso, a Boeing mantém que os problemas da Starliner não representam um risco crítico e que os astronautas não estão abandonados.Butch Wilmore e Suni Williams possuem vasta experiência em missões espaciais.

Juntos, eles acumulam 500 dias no espaço – 178 dias para Wilmore e 322 dias para Suni, conforme dados da NASA. Wilmore, que realizou expedições em 2009 e 2014, comandou a EEI em sua segunda missão. Suni Williams, de 59 anos, participou de missões em 2006 e 2012, durante as quais realizou sete caminhadas espaciais, somando 50 horas e 40 minutos, o que a coloca como a segunda astronauta feminina em tempo total de caminhada espacial.Suni foi selecionada pela NASA em 1998, enquanto Wilmore foi aceito em 2000, após três tentativas. Em entrevista,

Wilmore relatou sua persistência: “Na terceira vez que me inscrevi, eles me chamaram para uma entrevista. Porém, não me selecionaram e pensei: ok, vou tentar mais uma vez. Então eu fiz, e aqui estamos.”Butch Wilmore, natural do Tennessee, é formado e possui mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Tecnológica do Tennessee, além de um mestrado em Sistemas de Aviação pela Universidade do Tennessee.

Além de seu papel na NASA, Wilmore é capitão da Marinha dos Estados Unidos, com 8 mil horas de voo em aviões a jato tático, quatro missões operacionais e formação pela Escola de Pilotos de Teste Naval dos EUA.Esta situação destaca os desafios e riscos inerentes às missões espaciais, além de sublinhar a importância da segurança e da inovação tecnológica para a exploração espacial contínua.Ao longo da história da NASA, houve vários incidentes sérios envolvendo astronautas. Em 1967, a tragédia da Apollo 1 marcou profundamente a agência espacial.

Durante um teste em solo, um incêndio na cabine resultou na morte dos astronautas Gus Grissom, Ed White e Roger B. Chaffee. Este incidente levou a uma revisão completa dos procedimentos de segurança da NASA.

Outro momento crítico ocorreu em 1986, com o desastre do Challenger. Apenas 73 segundos após o lançamento, o ônibus espacial explodiu, matando todos os sete tripulantes a bordo. A investigação revelou falhas nos anéis de vedação dos foguetes, que não suportaram as baixas temperaturas do dia do lançamento.

Em 2003, a NASA enfrentou outra tragédia com o acidente do Columbia. Ao reentrar na atmosfera terrestre, o ônibus espacial se desintegrou devido a danos na asa esquerda causados por um pedaço de espuma isolante que se soltou durante o lançamento.

Todos os sete astronautas a bordo perderam a vida.

Esses incidentes sublinham os perigos associados à exploração espacial e a necessidade contínua de rigorosos protocolos de segurança e avanços tecnológicos para proteger as vidas dos astronautas.

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Leitor voraz de tudo sobre esportes e cinema. Escrevo sobre cena musical, shows, tecnologia e cinema. Viciado em 007, Missão Impossível e Universo Marvel desde os '80. Amo futebol no estádio e torcer pelo meu Vascão.

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