De acordo com um estudo da revista WIRED, o Google percebeu uma explosão no número de reclamações sobre deepfake. Assim, segundo o relatório divulgado, mais de 13.000 reclamações de direitos autorais, com quase 30.000 URLs, foram feitas desde 2017. As denúncias estão conectadas ao número de vídeos pornográficos deepfake não consensuais publicados on-line.
As principais reclamações estão relacionadas aos sites que hospedam vídeos pornográficos deepfake. Vale destacar que o Google removeu mais de 82% das URLs denunciadas por streamers da Twitch, jogadores e outros criadores de conteúdo. As reclamações foram feitas de acordo com a Lei de Direitos Autorais de Mídia Digital (DMCA) e resultaram na remoção de milhares de vídeos,
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Nas últimas semanas, o sistema Android virou alvo de um novo vírus, que chamou atenção pela agilidade para se instalar no celular. Assim, conhecido como uma nova versão do XLoader, ele veio à tona depois de se espalhar por mensagens de texto (SMS) e aplicativos falsos (APKs maliciosos). A operação dele acontece de forma secreta para roubar dados e interceptar códigos de autenticação de duas etapas.
Para quem ainda não conhece, os criminosos enviam mensagens de texto (SMS) e indicam uma atualização necessária do Google Chrome. Porém, os usuários que aceitam a recomendação acabam instalando um malware, que funciona de forma secreta, visto que pede algumas autorizações como atuar em segundo plano. Dessa forma, o dono do celular Android sequer percebe a movimentação.
Vale destacar que o vírus apenas precisa estar instalado. Depois que isso acontecer, o usuário não conseguirá evitar o roubo de dados pessoais. Como o crime avançou rapidamente, a empresa de segurança cibernética, McAfee, identificou o grupo Roaming Mantis como responsável por essa nova ameaça. Avisado sobre o golpe, o Google agiu rápido e passou a criar atualizações que prometem evitar a ação.
